Posts filed under 'Aprazíveis amenidades'

Nem todo dia é dia…

De espresso!

Café na padoca com pão de queijo borrachudo. Tinha que estar na rua logo cedo!


Add comment 23 - Julho, 2008

Cristianismo Hoje - João Alexandre

A entrevista completa em:

http://www.cristianismohoje.com.br/artigo.php?sessao=Entrevista&sessaoid=205&artigoid=34601

Existe um pensamento no meio evangélico de que líderes e ministérios são, de certa forma, intocáveis. A crítica é tratada como rebeldia. Dentro deste raciocínio, a citação de nomes e ministérios na música não foi uma atitude perigosa para sua imagem como artista evangélico?
É muito engraçada a atitude de alguns músicos e líderes que conheço. A grande maioria que ouviu a canção concorda comigo em número, gênero e grau - mas, na hora em que os desafio a caminhar junto comigo, levantando a bandeira da verdade, pulam fora, sob o discurso covarde de que existem poucos profetas e eles são assim mesmo, não conseguem se calar. Dentro de mim, muitas vezes, bate aquele sentimento de que estou sozinho mesmo, denunciando o que todos vêem mas não têm coragem de dizer. Para ser bem sincero, às vezes em sinto um boi de piranha. Existem raras exceções, mas os músicos e líderes, mesmo concordando comigo, preferem manter sua imagem de sempre, adoçando milhões de ouvidos, cantando e pregando o que todo mundo gosta de ouvir. Pois bem, eu prefiro cantar os que as pessoas precisam ouvir.

(…)

Você costuma adotar posição crítica em relação ao trabalho das grandes gravadoras evangélicas, sobretudo em relação à ênfase que dão no aspecto comercial. No momento em que as vendagens de CDs sofrem forte queda, a partir da disseminação da música digital e do advento da pirataria, que futuro você vislumbra para estas empresas? O que deve lhes acontecer nesta era de MP3, YouTube e internet?
Isso já havia sido, digamos, profetizado. Refiro-me à quebra das gravadoras. Quando o dinheiro se transforma em objetivo ao invés de conseqüência, é inevitável que a coisa desande mesmo. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Cada um segue seu caminho independente e o músico, daqui para a frente, viverá de suas apresentações e de suas vendas ao vivo, bem mais do que das lojas que vendem seus CDs. Claro que ainda existe muita gente que compra CD simplesmente em apoio ao trabalho dos músicos que admiram e amam. O problema do Brasil sempre foi a impunidade, e o músico, pirateado, copiado e estuprado em sua arte, depende totalmente de Deus para sobreviver. O pessoal faz de tudo, desde tocar em casamento até dar aulas particulares. Mas só se estabiliza quem tem competência, é claro. Confesso que pensar no assunto me deixa um pouco incomodado, mas tenho Jesus e minha família e isso é tudo o que importa na vida. O jeito é olhar para os lírios do campo. Mesmo sabendo que essa opção poderia me custar muitos CDs a menos vendidos, saí das estruturas das poderosas gravadoras evangélicas. Meti as caras mesmo, e com o apoio incondicional de minha mulher e meu filho, escolhi caminhar profissionalmente sozinho e agradar a um ouvido só, o de Deus.

Ainda bem que existem crentes como João Alexandre, que pensam, falam e agem.

Completa em:

http://www.cristianismohoje.com.br/artigo.php?sessao=Entrevista&sessaoid=205&artigoid=34601


Add comment 22 - Julho, 2008

O Café do Palhaço

Café no Mc Donalds? Deve ser brincadeira de mau gosto, diriam alguns…

O Mc Donalds é demonizado por algumas pessoas como símbolo do imperialismo americano, da comida pouco saudável e das crianças e adolescentes gordinhas que odeiam comer brócolis. A perversidade e crueldade do capitalismo selvagem globalizado podem ser traduzidos em batatinhas fritas crocantes e cortadas simetricamente.

Por um momento, esqueça de tudo isso quando estiver em um Mc Café e aprecie o espresso e as guloseimas.

O ambiente foi criado propositalmente para ser aconchegante ao contrário das cadeiras de metal da lanchonete de “hamburgueres de minhoca“. Coisas como placas de MDF, sofás, poltronas e luz intermediária criam o ambiente café descolado.

Quanto ao espresso: é o café de sache de qualidade distribuído pela Santa Fé. Sempre que você ver uma máquina de espresso utilizando um sache, há grande chance de ser dessa marca. O pão de queijo também é muito bom. Gosto do cheiro de canela mas concordo com alguns puristas que a canela atrapalha o apreciar do sabor puro do café.

O copão grande é um capuccino pedido pela minha auxiliadora idônea. Não comentarei sobre o mesmo porque aqui tratamos apenas de espresso.


Add comment 18 - Julho, 2008

Café Geográfico

Um site muito legal para entender a geografia do café:

http://www.nationalgeographic.com/coffee/

De lá chupinhei esse mapa com os principais produtores de café.

Os maiores produtores são mostrados em amarelo, incluindo a Indonésia e o Brasil. Por isso gosto tanto de café, está no meu sangue indo-brasileiro. Embora ache que o café da Indonésia tenha gosto de mato molhado.

Para não ser muito injusto, queria uma 2a. tentativa com o café indonésio. Pena que para isso eu precise cruzar o globo terrestre.

P.S. No Starbucks tem café indonésio mas ele vem tão diluído que não consegui ter uma 2a. opinião decente. Lembre-se, esse blog trata apenas de espresso!


Add comment 15 - Julho, 2008

Para um blog sem inspiração

Se hoje é feriado e você está trabalhando naquele relatório ou palestra que deve ter várias páginas de pura enrolação, seus problemas terminaram:

CHEGOU O GERADOR DE LERO-LERO!

http://www.dicas-l.com.br/lerolero/

Ideal para blogs sem inspiração.


Add comment 9 - Julho, 2008

Roubado do J.P. Coutinho

Link original em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0107200816.htm

JOÃO PEREIRA COUTINHO

Capitalista sofre, camaradas

Gates não precisava doar parte da fortuna para saldar a sua dívida com a humanidade

SEMPRE QUE vejo alguém marchar contra o “capitalismo”, pergunto honestamente se os manifestantes conhecem um “capitalista” de verdade.
A pergunta pode parecer ingênua. Não é, leitores. Marx escreveu abundantemente sobre a situação do proletariado no século 19 e, no entanto, o conhecimento real de Marx sobre as classes trabalhadoras era mínimo, para não dizer nulo.
O mesmo no século 21. Os manifestantes marcham contra o “capitalismo” e acreditam na imagem caricatural do capitalista, sentado sobre as costas do trabalhador e bebendo o suor deste com maléfico prazer. Eis o clichê das passeatas primitivas: as massas trabalham; o capitalista vive do trabalho alheio, de preferência brandindo o chicote.
Nada mais longe da verdade. Conheço vários capitalistas com certo grau de intimidade. E em nenhum momento invejo ou critico a vida dessa gente. Acordam a horas impróprias. Deitam-se a horas obscenas. São os primeiros a chegar à empresa e, normalmente, os últimos a partir.
Envelhecem prematuramente. E, envelhecidos, lamentam o tempo que perderam em reuniões inúteis, viagens inúteis e contatos com inúteis. O coração começa a ceder a partir dos 40. O primeiro infarto vem aos 45. A vida familiar é uma piada (de mau gosto).
E a competição própria do “métier” arruina o que existe de mais precioso na vida de um ser humano: a possibilidade de nos entregarmos ao ócio, à criação e ao prazer.
Como diria Albert Cossery, o úl-timo dândi, que morreu na semana passada em Paris e que construiu uma obra sublime ao ritmo de uma frase por dia, não existe nada mais triste do que a presença da beleza no mundo e a ausência de olhos para desfrutá-la.
Isso é vida que se inveje? Não creio. Mas é vida que se agradece. Por cada ruga, cabelo branco ou miocárdio pronto a explodir, existe o contributo objetivo do capitalista para a vida anônima de cada um. Não falo da criação de emprego e de riqueza. Falo dos nossos gestos mais ridículos do dia-a-dia: quando ligamos o carro, dispensando o cavalo; quando ligamos a luz, dispensando a vela lamparina; quando ligamos a internet, dispensando o pombo-correio, há sempre a marca de um capitalista por trás, que esteve disposto a bancar uma idéia e a aumentar os nossos confortos.
Por isso, levanto o meu copo no momento da despedida: três décadas depois, Bill Gates abandona a chefia da Microsoft para se dedicar a obras de caridade e à luta contra a malária. O gesto é nobre, sim: quem, em juízo perfeito, trocaria o egoís- mo da riqueza pelo altruísmo de partilhá-la?
Mas Gates não precisava doar parte da fortuna aos desvalidos da Terra para saldar a sua dívida com a humanidade. A dívida foi saldada quando Bill Gates fez o que melhor soube: democratizar o computador, transformando irreconhecivelmente a vida de cada um.
Como? Primeiro, ao colocar computadores baratos nas casas do mundo. E, depois, ao fornecer um software simples e de lingua- gem praticamente universal, que transformou os nossos hábitos de trabalho.
No próximo século, quando se escrever a história deste, Bill Gates será relembrado como um visionário. Alguns críticos não toleram essa visão generosa e acusam Gates de práticas desonestas: o homem era um inimigo da concorrência; o homem não respeitava a propriedade intelectual alheia; o homem roubava idéias dos adversários que depois apresentava como suas.
Entendo os críticos. Mas é difí- cil acreditar neles. Existe na informática uma fluidez autoral que não é comparável com outras áreas do conhecimento e da criatividade humanas. Quem inventou o “mouse”? Quem inventou a “interface gráfica”?
Existem dezenas de candidatos ao lugar, e é provável que outras centenas, ou milhares, tenham dado o seu contributo numa cadeia interminável. Mas só um ocupa o topo do pódio na capacidade para juntar idéias dispersas e oferecer um sistema operativo comum.
O ódio a Bill Gates se explica com uma palavra bem arcaica e bem humana: inveja. A exata inveja que não tolera a história bem real do Tesouro norte-americano, que uns anos atrás se viu obrigado a alterar os impressos de declaração do imposto de renda porque não havia espaço para os dígitos da fortuna de Gates.
Mas não há que ter inveja, camaradas. Gates é um capitalista. E, como qualquer capitalista, ele merece a nossa pena e a nossa gratidão.


Add comment 1 - Julho, 2008

Perdi para o Starbucks

Eu não consegui tomar o balde de café do Starbucks. Pedi um “Golden Coast” tamanho “tall” depois do almoço e depois de 40 minutos de começar o copo estava assim:

Golden Coast 20 min depois

Veja que até a borda estava suja de tanto virar o dito cujo.Copo Tall do Starbucks

O café já estava meio morno e o destino foi o lixo.

Golden Coast 20 min depois

Recomendo este café se você realmente estiver muito afim de ficar bicando um copão de cafeína a tarde inteira.


Add comment 25 - Junho, 2008

Os prazeres da carne

Final de semana: churrasco com amigos regado a vinho e comunhão da boa.

Grelha e carne


Add comment 23 - Junho, 2008

Um link sobre espresso

Um especial do site Basilico sobre café espresso:

http://basilico.uol.com.br/beber/especial_cafe_006.shtml

Contém dicas legais sobre como preparar, armazenar e beber o café.

Pode parecer frescura… Mas é mesmo!


Add comment 5 - Junho, 2008

Vai pro trono ou não vai?

Essa é boa. Corrente de oração para aumentar o IBOPE:

http://noticias.uol.com.br/uolnews/celebridades/ooops/2008/05/12/ult2548u512.jhtm

Coisas do SBT.


Add comment 14 - Maio, 2008

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