O espírito do nojo

12 - Setembro, 2009

Tentei assistir com um ano de atraso o filme Zeitgeist. Vá no Google Videos e procure por ele. Será fácil achar uma versão com legendas em português.

Zeitgeist é o termo alemão para “espírito da época”. Como eu me recuso a estudar e explicar Filosofia e Sociologia por ser pura perda de tempo veja aqui uma explicação esdrúxula e mais que suficiente no Wikipedia.

Zeitgeist é o que a igreja emergente tem usado como mote para mudar os seus procedimentos e jogar a hermenêutica bíblica e a suficiência das escrituras no lixo. Eles advogam por uma nova igreja livre das instituições, da religião e de qualquer amarra filosófica.

De forma contraditória querem também se alimentar de “filosofia e ciência” de nossa era como nesse post emergente:

Mudemos nossa mensagem:

“ Esta geração merece receber os melhores e mais sublimes pensamentos de nossos tempos quanto aos temas grandiosos da vida religiosa, filosófica e científica” .

Bom, provavelmente você se pergunta qual a relação de todo esse imbróglio com o filme Zeitgeist. Pois bem, o argumento do filme é basicamente refutar a fé cristã e a existência de Jesus Cristo aqui na Terra. Mais que isso, eles atribuem ao Cristianismo todo o mal da humanidade (inclusive a recente guerra contra o terrorismo e o 11 de setembro).

Se você gosta de ver o nome de Deus sendo jogado na latrina através de pseudo-ciência, pesquisa baseada em astrologia (com letra minúscula mesmo) e diversos fatos históricos deturpados, esse filme é para você. Não sei como cristãos conseguiriam recomendar e gostar desse filme…

Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Corromperam-se e cometeram abominável iniqüidade; não há quem faça o bem. (Salmo 53:1)

Eu fiquei com nojo e parei no meio do filme. Conseguia ouvir Romanos 1 e o Salmo 53 ecoando na minha mente com profunda indignação e tristeza.

Mais triste ainda é que existem cristãos (?!) batendo palma pra essa gente, ou ainda pior, tentando responder alguma coisa a essas pessoas quando eles não precisam de respostas (Mateus 21:27) mas de misericórdia de Deus e arrependimento de seus pecados. Zeitgeist (o pensamento mais que o filme) é um mal que invade as igrejas descoladas de São Paulo, sejam batistas modernosos, assembleianos, betesdenses, americanos recalcados, gente de toda tribo, língua e denominação!


Gary Chapman em terra brasilis

29 - Agosto, 2009

Gary Chapman vem ao Brasil para lançar mais um livro sobre o amor, o casamento, cinco linguagens, dez comportamentos e coisas que os americanos adoram enfatizar para tirar o foco do juízo, do pecado, e da suficiência de Cristo e de sua graça redentora.

Vai ser um belo evento de auto-ajuda Gospel baseado em Freud, Jung, Rogers. Se você baseia toda a sua vida (?!) espiritual nessas coisinhas… Um programão.

Atire a primeira pedra quem nunca ouviu uma pregação baseada nas cinco linguagens do amor!

Se o seu pastor ou a sua igreja recomendar essa palestra, corra bem rápido e se enfie na Bíblia. Que tal começar por Colossenses 2:8?

Só não espere que dê informações sobre o evento.

Busque no Google e estarei livre do seu sangue!


Não estou sozinho na Cabana

22 - Junho, 2009

O livro “A Cabana” de William P. Young é um fenômeno editorial daqueles que está sendo vendido até em posto de gasolina. Tem sido aclamado por pastores famosos  e alguns que um dia já o foram. Na IBAB é quase recomendado como livro de cabeceira.

Um lugar na prateleira de best-sellers revela bem o perfil do livro e o quanto ele vai agregar ao repositório literário da humanidade. Se você estiver com muita vontade de ler o folhetim dê uma zapeada por ele sabendo da probabilidade de diarréia espiritual.

Se você não quer perder tempo mas está curioso porque é o assunto do momento, leia essa resenha aqui de autoria do Carlos Osvaldo Cardoso do SBPV. Concordando com a resenha, provavelmente você vai querer ler A Cabana com a Bíblia e muito Buscopan do lado.

Resenha muito útil, equilibrada e detalhista. Coisa que eu não tive talento suficiente para fazer num post anterior.


Você é um homem ou um rato?

28 - Maio, 2009

A ciência descobriu o óbvio: homens e ratos não são iguais.

mickey

Veja a reportagem no link:

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2009/05/27/ult4477u1672.jhtm

O mais interessante é que várias das pseudo pesquisas – de pseudo ciências como a Psicologia – são baseadas em comportamento de ratos. Como por exemplo esse artigo da “Universidade” Metodista sobre regressão de ratos :

http://www.metodista.br/ppc/psicologo-informacao/psicologo-informacao-08/ressurgencia-um-modelo-de-regressao-em-ratos

Imagina que bonitinho o Mickey revisitando as suas memórias, como por exemplo quando ele era filhote e tomou uma patada do Pluto.

Ou será que foi do Pateta?


O mundo [corporativo]* jaz no maligno

11 - Maio, 2009

Com raras exceções as pessoas estão insatisfeitas no trabalho. Os problemas parecem ser sempre os mesmos: quantidade de trabalho excessiva, pressão por resultados desumana, chefes incompetentes para liderar, falta de visão da diretoria em estimular o bom trabalho e colocar de lado os charlatões e pilantras.

Quanto aos pilantras corporativos, é mais complicado ainda porque muitas vezes quem chega aos cargos de comando são os chamados medalhões que Machado de Assis brilhantemente definiu em seu conto “Teoria do Medalhão“.  (Baixe aqui).

Um tempão depois o mundo [corporativo] resolveu criar um currículo e uma metodologia para produzi-los. Eis que nasce a auto-ajuda corporativa criando medalhões em série. Um mercado lucrativo de livros e MBAs que ensinam como olhar para o espelho, ser uma pessoa melhor um charlatão competitivo e chegar a um cargo diretivo o mais rápido possível para poder assim comprar uma Tucson e assinar o Net Combo.

É o Princípio Dilbert perpetuado e consumado por todo o mundo [corporativo]. 

dilbert

Se você como eu é cristão** e pensa que a igreja pode te ajudar a enfrentar essas dificuldades, saiba que ultimamente não tenho ouvido esse tema sendo aplicado sob uma perspectiva totalmente bíblica. Pelo contrário, nos poucos grupos que participei você encontra “medalhões gospel” que ao invés de aplicar puramente os princípios bíblicos fazem dinâmicas de grupo e usam de aconselhamento integracionista.

Penso em algumas textos com princípios que podem te ajudar:

“Servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista como para agradar homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de que cada um se fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor (Gálatas 6:5-8 – RA)”.

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus (I Coríntios 10:38)”. 

Por pior que seja o seu trabalho tente com ele promover a vontade de Deus (justiça, paz e alegria) e ajudar os que estão ao seu redor. Mesmo vivendo sob intensa pressão com pessoas nefastas faça tudo para a glória de Deus. É difícil no momento que a chapa esquenta pensar que você não trabalha para o incompetente do seu chefe ou ainda diretores maquiavélicos que só querem ver o seu bônus crescer. É para Cristo que fazemos. Sob essa perspectiva aguentemos a injustiça, o descaso e a exploração.

Ótima segunda-feira para todos!

* Colchetes é mais descolado que parêntesis

** Se você ainda não conhece a Jesus Cristo, não sabe o que está perdendo. É uma mudança total de paradigmas e valores que podem te fazer perder a vida para ganhá-la de verdade.


The shack – A cabana caiu

9 - Abril, 2009

Recebi a recomendação de um livro chamado “A Cabana” (The Shack, publicado em português pela Ed. Sextante) de William P. Young. Quando vi do que se tratava imaginei que devia ser um folhetim desses bem melados no melhor estilão “Deus estrelado por Meg Ryan e Hugh Grant”. Imaginando o que poderia vir utilizei a minha abordagem “Paulo Coelho” de leitura. Ler em diagonal resistindo o máximo para chegar ao fim.

shack

Foi duro mas consegui. Senão desse certo teria usado a segunda abordagem mais radical e rebaixá-lo a categoria livro de banheiro. Nessas condições é mais fácil aguentar um livro ruim porque a concentração passa das letras às regiões mais inferiores e sensíveis.

O argumento do livro remete ao sofrimento de um pai que perdeu a sua filha assassinada por um maníaco. Desde esse episódio a sua vida familiar nunca mais foi a mesma. O relacionamento com os demais filhos é longínquo e ele não consegue mais ser sincero com a esposa.

O passado do pai (Mack) é atormentado por uma vida de lutas. Ele é narrado como um sobrevivente. O famoso “self-made-man” que os americanos tanto rascunham. O pano de fundo emocional remete a um relacionamento fracassado com um pai que o violentava e o tratava mal.

Cansou-se dos clichês? Tem mais um: Mack não consegue amar a Deus como Pai pois ele teve um pai violento. Logo, o problema todo resume-se a revolta de Mack contra Deus. 

O autor utiliza-se então de um encontro entre Deus e Mack onde a Trindade representada por uma mulher negra, um árabe negro e uma mulher-vento tentam explicar ao revoltado porque o homem sofre e resgatá-lo de sua tormenta. O que se  segue é uma sessão de “análise transcedental” entre o Deus-triuno de Young e Mack.

O que me incomodou no livro não foi o tom meloso-folhetinesco, ou a excentricidade de Young em retratar Deus. Sendo uma obra de ficção ele poderia se valer dessas figuras e linguagens (embora pessoalmente não ache adequado).

O problema é que o autor faz Teologia travestida de romance de auto-ajuda. Aí a coisa complica porque a real intenção de Young não é contar uma estória, mas comunicar verdades a respeito de Deus e do seu relacionamento com o homem e criação. Portanto, a crítica deve ser teológica mais do que literária.

E a sua teologia é contraditória, esquisita e totalmente anti-bíblica. Ruim mesmo! Deus é pintado como uma mãe que deixa os seus filhos fazerem tudo para na hora certa ensinar uma “lição de amor”. O processo de recuperação de Mack utiliza-se de Psicologia brava, do tipo freudiana e yungnesca (inventei essa agora). O revoltado é levado a visitar todos os episódios que “marcaram a sua vida” visando entendê-los e perdoar os que o magoaram. Interessante que o  estimulo de Mack para pedir perdão é bem menos enfatizado…

O livro também destila outros conceitos teológicos que os pós-modernos adoram como a inexistência do céu e do inferno, a relatividade dos valores e das verdades bíblicas e finalmente a igreja do tudo vale baseada nos relacionamentos (leia-se, baseada em nada):

— Eu estava vendo o céu quando vi Missy? Era muito parecido com isso aqui.

— Bom, Mack, nosso destino final não é a imagem do Céu que você tem na cabeça. Você sabe, a imagem de portões adornados e ruas de ouro. O Céu é uma nova purificação do universo, de modo que vai se parecer bastante com isso aqui.— Então que história é essa de portões adornados e ruas de ouro?— Esta, irmão — começou Jesus, deitando-se no cais e fechando os olhos por causa do calor e da claridade do dia —, é uma imagem de mim e da mulher por quem sou apaixonado.Mack olhou para ver se ele estava brincando, mas obviamente não estava.

O trecho acima ignora o final de Apocalipse, pois bem, para acabar tem um pouco de universalismo verbalizado pelo próprio Jesus:

 Os que me amam estão em todos os sistemas que existem. São budistas ou mórmons, batistas ou muçulmanos, democratas, republicanos e muitos que não votam nem fazem parte de qualquer instituição religiosa. Tenho seguidores que foram assassinos e muitos que eram hipócritas. Há banqueiros, jogadores, americanos e iraquianos, judeus e palestinos. Não tenho desejo de torná-los cristãos, mas quero me juntar a eles em seu processo para se transformarem em filhos e filhas do Papai, em irmãos e irmãs, em meus amados.— Isso significa que todas as estradas levam a você?— De jeito nenhum — sorriu Jesus enquanto estendia a mão para a porta da oficina. — A maioria das estradas não leva a lugar nenhum…

Deus é amor sem dúvida, do contrário não teria se manifestado na história de um povo rebelde e finalmente descido à Terra para ser morto como um bandido. Porém a sua soberania, poder e justiça não podem ser ignoradas incluindo a consumação de tudo que está aqui. Aconselho a leitura de Isaías para entender os dois lados: o Servo Sofredor e o Deus Eterno que vai virar a mesa para proclamar justiça!

Este livro tem sido recomendado por teólogos emergentes da moda e pastores moderninhos. Fiquei sabendo de onde?Adivinha?

Da IBAB claro!


O que sai quando se espreme um pastor emergente

6 - Abril, 2009

Você sabe o que sai quando se espreme um pastor que abraça a Teologia Emergente?

e Brian ...

a real intenção emergente

Suco de ovelha agnóstica.

Geladinho, saboroso e refrescante do jeito que o diabo gosta.

Estimulados pelos emergentes, blogs com textos e comentários que não me deixam mentir:

http://www.marcosnicolini.com.br/palavra96.htm

http://alexfajardo.wordpress.com/2008/09/02/deus-nao-tem-um-plano-para-sua-vida/

Tirem suas conclusões.


Loucura, loucura, loucura

30 - Março, 2009

Tem pastor sério que está pirando da batatinha. Estão tomando muito refrigerante emergente:

http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=69&sg=0&form_search=&pg=1&id=1401

Olha um trecho do devaneio:

Esse é apenas parte do problema para quem continuamente insiste que um dos absolutos da fé cristã repousa na afirmação de que “só a Bíblia” é nosso guia. Isso soa bem, mas não é verdade. Em reação aos abusos da igreja, um grupo de crentes de um período chamado de Reforma, afirmou que só precisamos da autoridade da Bíblia. Mas o problema é que recebemos a Bíblia da igreja que votou sobre o que é a Bíblia. Então, quando eu afirmo que a Bíblia é a Palavra de Deus, no mesmo fôlego também estou afirmando que quando aquelas pessoas votaram, Deus estava presente, de alguma maneira,  guiando-os para que fizessem aquilo. Quando as pessoas dizem que tudo o que precisamos é a Bíblia, isto simplesmente não é verdade.

( … )

Para Jesus, céu e inferno eram realidades do presente; jeitos de viver, que podemos experimentar aqui e agora. Ele falou muito pouco sobre a vida além desta, porque compreendia que a vida além desta é mera continuação dos tipos de escolhas que fazemos aqui e agora.

Essa é uma tradução livre do Ricardo Gondim do livro de Rob Bell: “Velvet Elvis”. É mais um desses que ataca a suficiência e a inerrância das escrituras colocando “tudo que está aí em dúvida”.

Fico triste em pensar que gente inteligente e bem-intencionada está rejeitando as escrituras. Eles e suas igrejas tem coisa muito boa: recursos, criatividade, gente fiel e comprometida. 

Não precisavam disso!


Darwinismo: 200 anos de macacada

5 - Fevereiro, 2009

Fico bastante irritado quando grandes mentiras são tratadas como verdades universais. Porque algum mané contou uma bela mentira elaborada e a publicou num paper (formato de texto em duas colunas pseudo-cientificamente convincente) outros manés subsequentes a perpetuam como verdade universal.

Duas verdades mentirosas foram contadas nos últimos 2 séculos:

  • A “Origem das Espécies” de Charles Darwin.
  • O delírio da psicanálise de Sigmund Freud, pai dos psicanalistas.

Fiquemos com a primeira agora, até porque o tal do Freud está caindo em descrédito entre seus filhos.

Independente das teses originais de Darwin serem questionáveis cientificamente, atribuiu-se ao Darwinismo um “espírito” de filosofia de vida e salvação

Darwin durante a sua viagem (entenda como quiser) formulou idéias a respeito da “Origem das Espécies”. Provavelmente foi mal entendido, assim como todos os que ousam enunciar.

Independente das teses originais de Darwin serem questionáveis cientificamente, atribuiu-se ao Darwinismo um “espírito” de filosofia de vida e salvação. Segundo os eufóricos evolucionistas-darwinistas agora entendemos de onde viemos, como andamos e para onde vamos. A morte não deve mais ser temida porque seremos perpetuados nas futuras gerações através de nossa hereditariedade.

E tudo isso baseado num “pressuposto cietífico”.

É no campo das pressuposições que se tenta defender a verdade e nesta batalha as pressuposições não têm quase nada de ciência. Elas são como sabores de sorvete: escolhemos aquela que mais nos agrada. 

No embate Criacionismo X Evolucionismo a diferença não reside em teorias mais ou menos científicas. Ambas partem de pressupostos completamente diferentes: a existência ou não de um Criador das espécies. É no campo das pressuposições que se tenta defender a verdade e nesta batalha as pressuposições não têm quase nada de ciência. Elas são como sabores de sorvete: escolhemos aquela que mais nos agrada. 

E no espírito do homem, o pressuposto de uma natureza com espécies que auto-gerenciam a sua evolução soou por mais agradável ao ser humano finalmente independente do Criador. Somos fruto do acaso, do meio que nos condiciona e enfim se tudo isso nos ajudar, de nosso próprio esforço.

O Evolucionismo é uma bela enganação com cara de ciência. A cara do homem que teima em não reconhecer o seu Criador.

P.S. Para entender melhor essa confusão sugiro:

http://www.universocriacionista.com.br

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2009/02/12/ult4477u1343.jhtm

http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4011406,00.html?maca=bra-uol-all-1387-xml-uol


O monge e o tipinho corporativo

3 - Setembro, 2008

Não sei o que é pior: os tipinhos corporativos que existem nas grandes cidades (São Paulo tem vários dessa espécie) ou a pseudo-literatura que os alimenta chamada de auto-ajuda (auto se ajuda). Tipinhos corporativos são aqueles que só pensam no trabalho, na carreira e na empresa. Eles só falam sobre carreira, metas, treinamento e MBAs. Não têm família, não comem ou se quer fazem sexo. O seu único assunto é a corporação e como podem ser mais pró-ativos a procura de  novas oportunidades (leia-se conseguir um cargo executivo no topo do organograma).

O Monge e o Executivo é um dos livros adotados por gente dessa categoria (um psicólogo agora me mataria).  O argumento desta trolha tem algo peculiar: a exposição de Jesus como o principal exemplo de liderança corporativa. Como cristão, isso particularmente me ofende muito!

Igualaram Jesus Cristo ao Roberto Justus!

Para detonar o argumento pífio e ignorante desse livro, indico um artigo do Bacia das Almas:

http://www.baciadasalmas.com/2005/o-verbo-executivo/

Não quero me dar o trabalho de ler ou comentar (ainda mais) auto-ajuda. ARGH!