Para um blog sem inspiração

Se hoje é feriado e você está trabalhando naquele relatório ou palestra que deve ter várias páginas de pura enrolação, seus problemas terminaram:

CHEGOU O GERADOR DE LERO-LERO!

http://www.dicas-l.com.br/lerolero/

Ideal para blogs sem inspiração.

Add comment 9 - Julho, 2008

O café que não se diz o nome

Kopenhag… ????

Pois é, desculpa a ignorância mas não consigo escrever sem fazer copy-paste.

O café é normal, um pouco torrado e ácido, mas encorpado e cremoso. Opção bem comum nas cafeterias de Sampa.

Preço do espresso: R$ 2,40.

O melhor do café ainda é o canudinho com chocolate na ponta. Aliás, como cafeteria o Kopenhagen (yes, consegui!) é uma ótima loja de chocolates.

Prova disso é o maravilhoso capuccino com um montão de chocolate bom. Nem pense em adoçá-lo senão quiser ficar cego por causa do excesso de glicose!

Add comment 5 - Julho, 2008

Humm… rosquinhas

Donuts

Estava fazendo hora até os meus amigos companheiros de espresso chegarem. Para isso o Café Donuts é um lugar excelente. Pedi um espresso duplo (ah saudade do Cafeera), rosquinhas e bem depois um mate batido e gelado.

O ambiente é legal, espaçoso, acrescidos de capricho no preparo e bom atendimento. E tem as duas TVs grandes sintonizadas na Warner.

O preço é um pouco salgado, R$ 3,20 por um espresso “Café do Ponto” com uma mini-rosquinha e um pouco de água com gás. O café é o best-seller “Café do Ponto Tradicional”: balanceado com sabor neutro e encorpado o suficiente. É sem dúvida um dos meus blends preferidos.

O resto (sanduíches, sobremesas e sucos) tem um preço justo para um bairro como Moema.

P.S. Foi um legítimo momento café na meia-noite com muitos comentários pertinentes e vários potes de café até as 2 da manhã.

Add comment 3 - Julho, 2008

Roubado do J.P. Coutinho

Link original em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0107200816.htm

JOÃO PEREIRA COUTINHO

Capitalista sofre, camaradas

Gates não precisava doar parte da fortuna para saldar a sua dívida com a humanidade

SEMPRE QUE vejo alguém marchar contra o “capitalismo”, pergunto honestamente se os manifestantes conhecem um “capitalista” de verdade.
A pergunta pode parecer ingênua. Não é, leitores. Marx escreveu abundantemente sobre a situação do proletariado no século 19 e, no entanto, o conhecimento real de Marx sobre as classes trabalhadoras era mínimo, para não dizer nulo.
O mesmo no século 21. Os manifestantes marcham contra o “capitalismo” e acreditam na imagem caricatural do capitalista, sentado sobre as costas do trabalhador e bebendo o suor deste com maléfico prazer. Eis o clichê das passeatas primitivas: as massas trabalham; o capitalista vive do trabalho alheio, de preferência brandindo o chicote.
Nada mais longe da verdade. Conheço vários capitalistas com certo grau de intimidade. E em nenhum momento invejo ou critico a vida dessa gente. Acordam a horas impróprias. Deitam-se a horas obscenas. São os primeiros a chegar à empresa e, normalmente, os últimos a partir.
Envelhecem prematuramente. E, envelhecidos, lamentam o tempo que perderam em reuniões inúteis, viagens inúteis e contatos com inúteis. O coração começa a ceder a partir dos 40. O primeiro infarto vem aos 45. A vida familiar é uma piada (de mau gosto).
E a competição própria do “métier” arruina o que existe de mais precioso na vida de um ser humano: a possibilidade de nos entregarmos ao ócio, à criação e ao prazer.
Como diria Albert Cossery, o úl-timo dândi, que morreu na semana passada em Paris e que construiu uma obra sublime ao ritmo de uma frase por dia, não existe nada mais triste do que a presença da beleza no mundo e a ausência de olhos para desfrutá-la.
Isso é vida que se inveje? Não creio. Mas é vida que se agradece. Por cada ruga, cabelo branco ou miocárdio pronto a explodir, existe o contributo objetivo do capitalista para a vida anônima de cada um. Não falo da criação de emprego e de riqueza. Falo dos nossos gestos mais ridículos do dia-a-dia: quando ligamos o carro, dispensando o cavalo; quando ligamos a luz, dispensando a vela lamparina; quando ligamos a internet, dispensando o pombo-correio, há sempre a marca de um capitalista por trás, que esteve disposto a bancar uma idéia e a aumentar os nossos confortos.
Por isso, levanto o meu copo no momento da despedida: três décadas depois, Bill Gates abandona a chefia da Microsoft para se dedicar a obras de caridade e à luta contra a malária. O gesto é nobre, sim: quem, em juízo perfeito, trocaria o egoís- mo da riqueza pelo altruísmo de partilhá-la?
Mas Gates não precisava doar parte da fortuna aos desvalidos da Terra para saldar a sua dívida com a humanidade. A dívida foi saldada quando Bill Gates fez o que melhor soube: democratizar o computador, transformando irreconhecivelmente a vida de cada um.
Como? Primeiro, ao colocar computadores baratos nas casas do mundo. E, depois, ao fornecer um software simples e de lingua- gem praticamente universal, que transformou os nossos hábitos de trabalho.
No próximo século, quando se escrever a história deste, Bill Gates será relembrado como um visionário. Alguns críticos não toleram essa visão generosa e acusam Gates de práticas desonestas: o homem era um inimigo da concorrência; o homem não respeitava a propriedade intelectual alheia; o homem roubava idéias dos adversários que depois apresentava como suas.
Entendo os críticos. Mas é difí- cil acreditar neles. Existe na informática uma fluidez autoral que não é comparável com outras áreas do conhecimento e da criatividade humanas. Quem inventou o “mouse”? Quem inventou a “interface gráfica”?
Existem dezenas de candidatos ao lugar, e é provável que outras centenas, ou milhares, tenham dado o seu contributo numa cadeia interminável. Mas só um ocupa o topo do pódio na capacidade para juntar idéias dispersas e oferecer um sistema operativo comum.
O ódio a Bill Gates se explica com uma palavra bem arcaica e bem humana: inveja. A exata inveja que não tolera a história bem real do Tesouro norte-americano, que uns anos atrás se viu obrigado a alterar os impressos de declaração do imposto de renda porque não havia espaço para os dígitos da fortuna de Gates.
Mas não há que ter inveja, camaradas. Gates é um capitalista. E, como qualquer capitalista, ele merece a nossa pena e a nossa gratidão.

Add comment 1 - Julho, 2008

American Way of Church

Rick Warren vem para o Brasil. O papa da Igreja com Propósitos adotada por grandes igrejas batistas como PIB de São José dos Campos e I.B. do Morumbi estará no Brasil no dia 21 de julho. Mais informações em:

http://virtualtarget.plugin.com.br/index.php/DmaPreview?1355,20,69861,aac6832f005a41da437a0b1e9ce0b2b3

Será no Credicard Hall onde astros como Deep Purple e Maria Rita fazem seu show.

Quantas toalhas brancas a equipe de apoio vai ter que providenciar?

Add comment 30 - Junho, 2008

Beba café

Deu na Folha: “Lei seca divide opinião de boêmios”

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u417323.shtml

Por isso que eu e você genuínos brasileiros vira-latas não podemos reclamar quando os deputados aumentam os seus salários ou aumentam os impostos arbitrariamente. Nós gostamos da corrupção, de infringir a lei. Odiamos quando fazem isso conosco…

Se for dirigir, beba café!

Add comment 29 - Junho, 2008

É justo, muito justo

Não se pretenda justo, demasiadamente justo:

http://www.ricardogondim.com.br/Artigos/artigos.info.asp?tp=65&sg=0&id=1877

Mais um problema com o qual tenho que lidar :(

Add comment 26 - Junho, 2008

Perdi para o Starbucks

Eu não consegui tomar o balde de café do Starbucks. Pedi um “Golden Coast” tamanho “tall” depois do almoço e depois de 40 minutos de começar o copo estava assim:

Golden Coast 20 min depois

Veja que até a borda estava suja de tanto virar o dito cujo.Copo Tall do Starbucks

O café já estava meio morno e o destino foi o lixo.

Golden Coast 20 min depois

Recomendo este café se você realmente estiver muito afim de ficar bicando um copão de cafeína a tarde inteira.

Add comment 25 - Junho, 2008

Seu ganso!?

Descobri onde os psicólogos trabalham! Sempre me intrigou que o número de faculdades de psicologia não eram proporcionais ao número de psico-terapeutas e consultórios para análise, terapia, etc.

Os departamentos de Recursos Humanos das empresas estão cada vez mais utilizando os conhecimentos da Psicologia para melhorar o “espírito de colaboração”. A idéia é otimizar as relações humanas nas empresas para aumentar a eficiência no trabalho e o lucro.

Quem nunca participou de uma dessas dinâmicas de grupo nas empresas sempre recheadas de clichês auto-ajudescos ou de provérbios corporativos. Exemplos: “seja pró-ativo”, “trabalho em equipe é tudo”, “o importante é se sentir motivado”, “os resultados e a meta é o que importam”, etc, etc, etc.

A última que fiquei sabendo é de uma tal “Terapia dos Gansos”. Pelo que entendi, é baseado no trabalho de equipe que os gansos fazem para suportar os longos vôos migratórios.

http://www.terapiadosgansos.com.br/porque.html

Muito bom que as psico-terapias corporativas estejam preocupadas com as relações humanas e o trabalho colaborativo. Porque no fundo eles acham que todos somos gansos.

Add comment 24 - Junho, 2008

Os prazeres da carne

Final de semana: churrasco com amigos regado a vinho e comunhão da boa.

Grelha e carne

Add comment 23 - Junho, 2008

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