M. Popular Brasileira

Tem muita gente que prega o fim das músicas traduzidas dos “Esteitis” que inundam os nossos momentos litúrgicos. Segundo os defensores da MPB, devemos agora é cantar apenas músicas nacionais, genuinamente tupiniquins. Coisas que mostram a força da nossa terra, enfatizando a mistura de raças e a ginga brasileira. Chega de tocar Vineyard, Saddleback e Hillsong. Chega também de brega colonizado como Aline Barros e Lagoinha ou o pop rock mântrico do Quinlan.

A solução para tal questão eu vi num comentário em um post do Pavablog, uma sugestão sensacional de repertório litúrgico:

“Não se vá …” (jani e erondi) para despedida de pastores

“Quando eu soltar a minha voz…” (Gonzaguinha) para antes de mensagem

“Mirem-se no exemplo… ” (Chico) para aniversario de SAS

“Quero uma casa no campo…” para culto de prosperidade

“Amou daquela vez…” campanha de construção do templo

“Estava a toa na vida…” Para pastor jubilado

“Quem me dera ao menos uma vez…” para culto de missões

“Não tinha medo o tal João de santo cristo…” para testemunho de ex-bandido

“Mais do mesmo…” para antes das aulas bíblicas

“Help…” para antes de assembléia

“Ovelha negra da família…” para momento de exclusão ou disciplina de membro.

“Não me amarrar dinheiro não…” para momento dos dízimos e ofertas.

“Encosta sua cabecinha no meu ombro e chora…” para momento de contrição.

“Sei que tinha tatuagem no braço e dourado no dente…” para cultos de milagres.

Viva a legítima música nacional! Do tamanho da nossa pátria!

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One Response to M. Popular Brasileira

  1. Nelson disse:

    Puro bairrismo.Coisa de província. Falta de maturidade. A Bíblia diz que não há diferença entre judeus e gregos, nem entre homens e mulheres, nem entre livres e escravos.
    Paulo condenou aqueles que diziam: eu sou de Paulo, ou de Apolo, ou de Pedro, etc.
    Por que eu baniria canções compostas por irmãos meus que provavelmente foram inspiradas pelo Espírito Santo?
    Só por que são músicas que não tem raízes brasileiras?
    O que falta aos que querem essa “divisão” é conhecimento de Deus. Quem gosta de dividir e separar é o inimigo.
    Sei que cada um tem seu gosto por música, mas isto não significa que devemos banir aquilo que não é nossa preferência musical.
    É… tem muito crente precisando crescer. E aprender a amar inclusive os que são de longe e cantam músicas daquelas que preferimos.

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