O monge e o tipinho corporativo

Não sei o que é pior: os tipinhos corporativos que existem nas grandes cidades (São Paulo tem vários dessa espécie) ou a pseudo-literatura que os alimenta chamada de auto-ajuda (auto se ajuda). Tipinhos corporativos são aqueles que só pensam no trabalho, na carreira e na empresa. Eles só falam sobre carreira, metas, treinamento e MBAs. Não têm família, não comem ou se quer fazem sexo. O seu único assunto é a corporação e como podem ser mais pró-ativos a procura de  novas oportunidades (leia-se conseguir um cargo executivo no topo do organograma).

O Monge e o Executivo é um dos livros adotados por gente dessa categoria (um psicólogo agora me mataria).  O argumento desta trolha tem algo peculiar: a exposição de Jesus como o principal exemplo de liderança corporativa. Como cristão, isso particularmente me ofende muito!

Igualaram Jesus Cristo ao Roberto Justus!

Para detonar o argumento pífio e ignorante desse livro, indico um artigo do Bacia das Almas:

http://www.baciadasalmas.com/2005/o-verbo-executivo/

Não quero me dar o trabalho de ler ou comentar (ainda mais) auto-ajuda. ARGH!

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