A maldição da fé genérica

O apóstolo Paulo em sua carta à igreja de Roma deixa claro que a justificação é pela fé. Por justificação entenda-se permanecer justo perante Deus. Não existe nenhum outro artifício para isso. Nada de religião, caridade ou hereditariedade. É somente e tão somente a fé.

Se a questão central é a fé, precisamos então defini-la. E grande é o problema.

Nossa geração é razoavelmente burra em definições. Graças às psicologias, filosofias, sociologias e outras “-logias” as palavras perderam a sua definição. Os barbudinhos das ciências humanas gostam de resignificar, analisar e buscar definições mais profundas. Para piorar a situação, os pensadores cristãos pós-modernos compraram as idéias dos “logismos” e decidiram trocar o significado da fé bíblica pela maldita fé genérica.

Não vou tentar buscar um significado bíblico definitivo para a fé. Existe gente muito mais competente fazendo isso. Teólogos sérios com vidas dedicadas servindo a Cristo, deixo para eles.

O que tento fazer sem muito sucesso é imitá-los. Esses por sua vez tentam imitar outros, começando por Abraão, Moisés, Raabe, Elias, Paulo, TImóteo. Homens tão falíveis quanto nós mas que viveram a fé.

O caminho da fé genérica de nossos dias passa pela crença no imponderável, superstição, mandingas e incoerência.

A fé suada e vivida é uma decisão, que resulta numa ação. Continuar a caminhada de fé é um exercício de perseverança. A nossa motivação é a esperança em Cristo Jesus que nos dá paz e alegria.

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