CARTA DO SOM DO CÉU – MANIFESTO DE ARTISTAS CRISTÃOS

14 - abril, 2009
Recebi por e-mail e estou colando aqui:
Introdução
Nós, músicos, artistas e líderes eclesiásticos, cristãos, vindos das variadas regiões brasileiras, estivemos reunidos entre os dias 6 a 12 de abril de 2009, no Acampamento da Mocidade Para Cristo do Brasil, dias de comemoração dos 25 anos do Som do Céu, para discutir dois temas principais: “A música e os músicos na igreja” e “A igreja como promotora de cultura”.

Agradecemos a Deus pelos dias de comunhão fraterna entre nós e pelo privilégio de ouvi-lo entre as vozes pastorais e proféticas que ecoaram em nosso meio. Reconhecemos que a música cristã tem ocupado um espaço significativo em nossos dias, tanto na igreja como na sociedade em geral. No entanto, observamos que nem sempre essa participação tem sido consistente e coerente com a Palavra de Deus – nosso referencial maior – nem rendido glórias ao Senhor da Igreja. Desejamos, portanto, apresentar à Igreja brasileira a “Carta do Som do Céu”, sintetizada em 25 pontos, que resume nossas inquietações e propõe ações práticas à Igreja de Cristo Jesus, nesse princípio de século XXI:

1. O artista cristão deve desenvolver o seu dom criativo e submetê-lo exclusivamente aos valores da Palavra de Deus;

2. Cremos que a arte, na perspectiva da graça comum, é um presente dos céus a toda humanidade e não está restrita aos cristãos;

3. Desejamos que haja coerência entre a vida, o ministério e a profissão do artista cristão, cujo discurso deve estar aliado à sua prática;

4. Esperamos que o artista cristão busque servir a Deus e à sociedade com excelência e integridade, dedicando-se ao desenvolvimento dos talentos e dos dons recebidos do alto;

5. A igreja precisa estar atenta ao artista cristão como parte do rebanho de Deus e dar a ele a atenção devida, despida de preconceitos, e oferecer-lhe pastoreio e discipulado, objetivando a sua formação espiritual e ética;

6. Esperamos que o artista cristão esteja envolvido em uma igreja local, servindo-a e amando-a como Corpo de Cristo. Deve ser rejeitada toda e qualquer tentativa de desenvolvimento de uma fé individualista e distante da comunidade;

7. Reafirmamos que a elaboração de textos e letras deve ter embasamento nos valores da Palavra de Deus;

8. Comprometemo-nos a dedicar atenção e reflexão às canções que são introduzidas no culto de adoração e nas demais atividades da igreja, buscando um repertório equilibrado e consciente e evitando, de todas as formas, que heresias e desvios teológicos adentrem sutilmente em nossas comunidades;

9. As igrejas, as instituições de ensino teológico e os artistas cristãos devem combater o ensinamento equivocado e amplamente difundido de que louvor e adoração restringem-se à musica, ensinando, por demonstração e exemplo, que se trata de um estilo de vida que envolve todas as áreas da nossa existência e que a música, assim como outras formas de arte, é expressão legítima de louvor e adoração;

10. A igreja deve agir como facilitadora na adoração e abrir espaço para que todos expressem seu louvor a Deus;

11. Esperamos que o músico cristão busque e desenvolva a santidade, vivendo uma vida piedosa, tanto no serviço prestado a Deus na igreja, quanto fora dela, em sua atividade profissional;

12. Rejeitamos a dicotomia que faz separação entre o sagrado e o secular e cria espaços estanques na vida do cristão. O Senhor Jesus é soberano e governa todas as instâncias da vida, e, por isso, devemos somente a ele a nossa fidelidade, agradando-o em tudo e rejeitando tão-somente o que ofende a sua glória;

13. A Igreja não se pode esquivar de sua responsabilidade diante da cultura na qual está inserida; deve mentoriar a reflexão e a prática de uma teologia de arte e cultura;

14. Incentivamos as igrejas a abrir suas dependências para a realização de eventos culturais como exposições, mostras, cursos, saraus e outras atividades visando à educação, à divulgação e à aproximação da sociedade;

15. Mesmo entendendo que todo trabalho na igreja é voluntário, podemos honrar com sustento ou remuneração aqueles que se dedicam ao ministério musical, se a comunidade disponibiliza de recursos para tal;

16. Entendemos que nossa arte deve encarnar uma voz profética e manifestar em seu conteúdo os valores do Reino;

17. Recomendamos que as igrejas promovam encontros de reflexão sobre a utilização das artes no Reino de Deus, capacitando os artistas para a realização de seu trabalho;

18. Incentivamos os músicos a expressar em sua arte a beleza de Deus por meio de uma contextualização e diversidade musical;

19. Reconhecemos o caráter essencialmente transformador e questionador da nossa arte e não cremos que ela deva estar a serviço do mercado;

20. Muito embora os artistas cristãos não se devam render aos senhores da mídia, tornando-se reféns desta, podem utilizar de maneira ética os meios de comunicação como canal para a divulgação de sua arte, proclamando, assim, o Reino de Deus;

21. No que se refere ao relacionamento entre os músicos e a liderança eclesiástica, encorajamos o diálogo, o respeito e o reconhecimento mútuo de seus ministérios como algo dado por Deus;

22. Incentivamos que os artistas cristãos busquem perante o Estado e a iniciativa privada recursos para a promoção de sua arte por meio de leis de incentivo à cultura, editais para financiamento de projetos culturais etc.

23. Encorajamos as igrejas a investir na educação e na formação de artistas;

24. Propomos que as igrejas e as instituições de ensino teológico incentivem as diversas manifestações artísticas e não somente a área musical;

25. Compreendemos que o ofício de artista é legítimo como tantos outros, podendo ser exercido pelo artista cristão no mercado de trabalho e devendo ser apoiado e incentivado pelas comunidades cristãs.

São Sebastião das Águas Claras, 9 de abril de 2009.

Assinam:

Debatedores:
Aristeu de Oliveira Pires Junior – Canela (RS)
Carlinhos Veiga – Brasília (DF)
Denise Bahiense – Rio de Janeiro (RJ)
Erlon de Oliveira – Belo Horizonte (MG)
Gladir Cabral – Florianópolis (SC)
João Alexandre Silveira – Campinas (SP)
Jorge Camargo – São Paulo (SP)
Jorge Redher – São Paulo (SP)
Marcos André Fernandes – Garanhuns (PE)
Marlene F. Vasques – Goiânia (GO)
Nelson Marialva Bomilcar – São Paulo (SP)
Paulo César da Silva – São José dos Campos (SP)
Romero Fonseca – Goiânia (GO)
Rubão Rodrigues Lima – Brasília (DF)
Sérgio Pereira – Ribeirão Preto (SP)
Wesley Vasques – Goiânia (GO)

Demais participantes:
Alfredo de Barros Pereira – Brasília (DF)
Andréa Laís Barros Santos – Maceió (AL)
Aracy Clarkson Ferreira – Rio de Janeiro (RJ)
Armando de Oliveira – Salvador (BA)
Bruno Leonardo Alves da Fonsêca – Garanhuns (PE)
Caio César da Silva Pereira – Brasília (DF)
Carolina Gama – Campinas (SP)
Carolina Lage Gualberto – Belo Horizonte (MG)
Cláudia Barbosa de Souza Feitoza – Brasília (DF)
Danielle Martins Lima – (MG)
Davi Julião – São Paulo (SP)
Dora Bahiense – Florianópolis (SC)
Elecy Messias de Oliveira – Goiânia (GO)
Fábio Cândido de Jesus – Anápolis (GO)
Felipe de Freitas Hermsdorff Vellozo – Niterói (RJ)
Francely F. Barbosa – Anápolis (GO)
Glauber Plaça – São Paulo (SP)
Gleice de Oliveira Vicente Cantalice – Maceió (AL)
Guilherme e Alessandra Fontes Vilela Carvalho – Belo Horizonte (MG)
Guilherme Praxedes – Belo Horizonte (MG)
Hadassa de Moraes Alves – Viçosa (MG)
Irineu Santos Junior – Belo Horizonte (MG)
Isabella Sarom Sabino Honorato – Anápolis (GO)
Ismael S. Rattis – Brasília (DF)
João Carlos Pereira Junior – Vitória (ES)
Jocemar “Mazinho” Filho – Recife (PE)
Jônatas de Souza Reis – Belo Horizonte (MG)
Karen Bomilcar – São Paulo (SP)
Leonardo de Azeredo Peclát – Goiânia (GO)
Leonardo Rodrigues Barbosa – Brasília (DF)
Lidiane Dutra da Silva – (MA)
Marcel Martins Serafim – Jacareí (SP)
Marcelo Gualberto da Silva – Belo Horizonte (MG)
Márcia Pacheco Foizer – Brasília (DF)
Marilda Redher – São Paulo (SP)
Marivone Lobo – Ribeirão Preto (SP)
Pedro Barbosa de Souza Feitoza – Brasília (DF)
Rafael Ribeiro Santos – São Paulo (SP)
Renata Telha Ferreira – Rio de Janeiro (RJ)
Roberto Cândido de Barros – Curitiba (PR)
Selma de Oliveira Nogueira – São Paulo (SP)
Silvestre Moysés Loyolla Kuhlmann – São Paulo (SP)
Stênio Március – São Paulo (SP)
Talita Estrela R. Martins – Belo Horizonte (MG)
Vânia Sathler Lage – Belo Horizonte (MG)
Walma Oliveira – Rio de Janeiro (RJ)

Manifeste seu apoio (ou crítica) no site Cristianismo Criativo:

http://www.cristianismocriativo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=335&Itemid=36

Mudamos de cara

13 - abril, 2009

Enjoei da cara antiga… Resolvemos reforçar a dose de café com um novo look.

espresso1xh3

Também quero escrever menos sobre algumas coisas e beber tanto espresso quanto a minha gastrite permitir.

Isso significa que chega de (por enquanto) criticar os amiguinhos emergentes, caudilheiros gospel e as líderes de adoração zoomórficas.

Eles que sigam em paz!


Sobre cafés e variações

12 - abril, 2009

Eu não sei onde é a referência verdadeira mas peguei num site canadense sobre café.

allcoffesPara não ter dúvidas sobre machiatto, capuccino, mocha…

Visite:

http://www.vancouvercoffee.ca/

P.S …

1. Acho que a nossa tradicional média seria algo como o “Flat White” mas com o leite líquido. Será isso mesmo?!

2. Finalmente falando sobre café.


The shack – A cabana caiu

9 - abril, 2009

Recebi a recomendação de um livro chamado “A Cabana” (The Shack, publicado em português pela Ed. Sextante) de William P. Young. Quando vi do que se tratava imaginei que devia ser um folhetim desses bem melados no melhor estilão “Deus estrelado por Meg Ryan e Hugh Grant”. Imaginando o que poderia vir utilizei a minha abordagem “Paulo Coelho” de leitura. Ler em diagonal resistindo o máximo para chegar ao fim.

shack

Foi duro mas consegui. Senão desse certo teria usado a segunda abordagem mais radical e rebaixá-lo a categoria livro de banheiro. Nessas condições é mais fácil aguentar um livro ruim porque a concentração passa das letras às regiões mais inferiores e sensíveis.

O argumento do livro remete ao sofrimento de um pai que perdeu a sua filha assassinada por um maníaco. Desde esse episódio a sua vida familiar nunca mais foi a mesma. O relacionamento com os demais filhos é longínquo e ele não consegue mais ser sincero com a esposa.

O passado do pai (Mack) é atormentado por uma vida de lutas. Ele é narrado como um sobrevivente. O famoso “self-made-man” que os americanos tanto rascunham. O pano de fundo emocional remete a um relacionamento fracassado com um pai que o violentava e o tratava mal.

Cansou-se dos clichês? Tem mais um: Mack não consegue amar a Deus como Pai pois ele teve um pai violento. Logo, o problema todo resume-se a revolta de Mack contra Deus. 

O autor utiliza-se então de um encontro entre Deus e Mack onde a Trindade representada por uma mulher negra, um árabe negro e uma mulher-vento tentam explicar ao revoltado porque o homem sofre e resgatá-lo de sua tormenta. O que se  segue é uma sessão de “análise transcedental” entre o Deus-triuno de Young e Mack.

O que me incomodou no livro não foi o tom meloso-folhetinesco, ou a excentricidade de Young em retratar Deus. Sendo uma obra de ficção ele poderia se valer dessas figuras e linguagens (embora pessoalmente não ache adequado).

O problema é que o autor faz Teologia travestida de romance de auto-ajuda. Aí a coisa complica porque a real intenção de Young não é contar uma estória, mas comunicar verdades a respeito de Deus e do seu relacionamento com o homem e criação. Portanto, a crítica deve ser teológica mais do que literária.

E a sua teologia é contraditória, esquisita e totalmente anti-bíblica. Ruim mesmo! Deus é pintado como uma mãe que deixa os seus filhos fazerem tudo para na hora certa ensinar uma “lição de amor”. O processo de recuperação de Mack utiliza-se de Psicologia brava, do tipo freudiana e yungnesca (inventei essa agora). O revoltado é levado a visitar todos os episódios que “marcaram a sua vida” visando entendê-los e perdoar os que o magoaram. Interessante que o  estimulo de Mack para pedir perdão é bem menos enfatizado…

O livro também destila outros conceitos teológicos que os pós-modernos adoram como a inexistência do céu e do inferno, a relatividade dos valores e das verdades bíblicas e finalmente a igreja do tudo vale baseada nos relacionamentos (leia-se, baseada em nada):

— Eu estava vendo o céu quando vi Missy? Era muito parecido com isso aqui.

— Bom, Mack, nosso destino final não é a imagem do Céu que você tem na cabeça. Você sabe, a imagem de portões adornados e ruas de ouro. O Céu é uma nova purificação do universo, de modo que vai se parecer bastante com isso aqui.— Então que história é essa de portões adornados e ruas de ouro?— Esta, irmão — começou Jesus, deitando-se no cais e fechando os olhos por causa do calor e da claridade do dia —, é uma imagem de mim e da mulher por quem sou apaixonado.Mack olhou para ver se ele estava brincando, mas obviamente não estava.

O trecho acima ignora o final de Apocalipse, pois bem, para acabar tem um pouco de universalismo verbalizado pelo próprio Jesus:

 Os que me amam estão em todos os sistemas que existem. São budistas ou mórmons, batistas ou muçulmanos, democratas, republicanos e muitos que não votam nem fazem parte de qualquer instituição religiosa. Tenho seguidores que foram assassinos e muitos que eram hipócritas. Há banqueiros, jogadores, americanos e iraquianos, judeus e palestinos. Não tenho desejo de torná-los cristãos, mas quero me juntar a eles em seu processo para se transformarem em filhos e filhas do Papai, em irmãos e irmãs, em meus amados.— Isso significa que todas as estradas levam a você?— De jeito nenhum — sorriu Jesus enquanto estendia a mão para a porta da oficina. — A maioria das estradas não leva a lugar nenhum…

Deus é amor sem dúvida, do contrário não teria se manifestado na história de um povo rebelde e finalmente descido à Terra para ser morto como um bandido. Porém a sua soberania, poder e justiça não podem ser ignoradas incluindo a consumação de tudo que está aqui. Aconselho a leitura de Isaías para entender os dois lados: o Servo Sofredor e o Deus Eterno que vai virar a mesa para proclamar justiça!

Este livro tem sido recomendado por teólogos emergentes da moda e pastores moderninhos. Fiquei sabendo de onde?Adivinha?

Da IBAB claro!


O que sai quando se espreme um pastor emergente

6 - abril, 2009

Você sabe o que sai quando se espreme um pastor que abraça a Teologia Emergente?

e Brian ...

a real intenção emergente

Suco de ovelha agnóstica.

Geladinho, saboroso e refrescante do jeito que o diabo gosta.

Estimulados pelos emergentes, blogs com textos e comentários que não me deixam mentir:

http://www.marcosnicolini.com.br/palavra96.htm

http://alexfajardo.wordpress.com/2008/09/02/deus-nao-tem-um-plano-para-sua-vida/

Tirem suas conclusões.


Deus ainda é soberano

2 - abril, 2009

Na luta entre o que penso e o que Deus acha frequentemente tenho ganho a batalha. Pelo menos nos arraiais terrenos e paupáveis.  Entre um livro velho que tem 2000 anos ou mais de idade (escrito numa cultura longínqua e obscura no tempo e espaço) e o que conheço por meio da era da informação pós-moderna, tenho escolhido a última porque me soa mais agradável, humana e por que não moralmente sustentável perante aos habitantes desse mundo.

O apóstolo Paulo também parecia ser um sujeito assim até que caiu do cavalo. Uns poderiam dizer que ele tem “sérios conflitos internos” mas creio que ele era realmente sincero consigo mesmo e sobretudo temente a Deus. Como observamos no que ele escreve em Romanos 9, uma coisa não anulava a outra:

Em Cristo digo a verdade, não minto (dando-me testemunho a minha consciência no Espírito Santo): Que tenho grande tristeza e contínua dor no meu coração. Porque eu mesmo poderia desejar ser anátema de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne (Rm 9:1-3).

Este é o começo do grande texto de Paulo dissecando a relação entre a infalível e arbitrária soberania de Deus face a rejeição (temporária) de Israel como povo de Deus. Essa é uma verdade que Paulo “odiava” com grande angústia em seu íntimo. Mais que uma dissertação, este capítulo é um registro da conversa de Paulo com o Espírito Santo a cerca da soberania de Deus, dos reais motivos do fracasso de Israel em ser povo de Deus e de porque afinal hoje eu e você temos a graça de estarmos conversando sobre Deus e sua soberania milhares de anos depois.

Algumas verdades bíblicas são difíceis de ser engolidas mesmo. Pensar no Deus amoroso construindo vasos de ira não é aceitável no conceito divino de nossa época. Como pode Deus cobrar justiça do homem se ele endurece o coração de sua vítima e depois a condena? Que Deus é esse que faz o que quer como e onde quer sem levar em consideração a vontade e o sofrimento do homem?

Essa é uma forma de pensar que muitos tem escolhido durante todos esses séculos desde que Deus se revelou à humanidade. Dos profetas a Jesus, Deus sempre foi trocado por bezerros de ouro ou colocado no banco dos réus. Um raciocínio exercido seja por cristãos, ateus, pseudo-cristãos ou quase ateus.

Um outro caminho é fazer como Paulo e reconhecer que Deus é soberano. Que ele pode fazer e desfazer todas as coisas conforme lhe agrada.

E aí como o apóstolo no seu diálogo de Romanos 9, começaremos a ver a beleza da vontade e do  propósito divinos. Entenderemos como Deus conservou e guardou um povo rebelde para dele formar um remanescente fiel. Quem sabe finalmente deixaremos de conceber em nossas mentes um deus contraditório para amar de coração ao Deus gracioso que por meio da sua misericórdia permite que sejamos justificados pela fé na obra de seu Filho Jesus.

Nesse dia deixaremos a “falácia frívola” de lado para finalmente entender (e aplicar) biblicamente o que mais importa: amar obedecendo a Deus.