Café com cara de segunda…

30 - setembro, 2009

Tomei um cafezinho ruizinho mesmo…

Não lembro o nome do café. Aliás, tomei esse café há um bom tempo lá na parte nova do Shopping Morumbi. Esqueci-me do nome do café, o gosto azedo ficou na memória.

O atendimento foi ótimo e as atendentes muito simpáticas (coisa rara hoje em dia). Fiquei curioso para provar uns bolos bem bonitos.

Dessa vez com chá claro 🙂


Café do Chavez – não tem biscoitos

29 - setembro, 2009

Foto enviada por um dos colaboradores do blog:

Fica na cidade do Chaves (Tiazcala – México).  A cidade é bem legal. Tem uma cafeteria por habitante (15000 cafeterias ou habitantes).

Uma igreja Batista do lado de uma cafeteria. PERFEITO!!! Se fosse aqui até ignoraria o fato delas serem pragmáticas, liberais, franquiadas, emergentes…


Nem em Havana é tão caro assim

27 - setembro, 2009

Ah se Fidel soubesse que cobram R$ 3,90 (!?) no espresso na loja que leva o nome de sua capital.

O café é o conhecido “Fazenda Pessegueiro” muito bem tirado. Veja nas fotos:

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Esse café dispensa comentários.

Se quiser alfajores vá ao Havana. Se quiser café “Pessegueiro” vá tomá-lo numa outra cafeteria a quem sabe R$ 2,50.


Zoet en Zout não está de zoeira

25 - setembro, 2009

Doceria/cafeteria em Holambra chamada Zoet en Zout…

Docinhos fantásticos para quem gosta. Café bem tirado e honesto a R$ 2,50:

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O nome do café é Nonno Pietro. Cheiro bom, sabor acentuado com aquele frutado quase ácido, mas sem ser ácido.

Entendeu?


A desventura de ser bem-aventurado

21 - setembro, 2009

O Sermão do Monte com as suas bem-aventuranças. Mal compreendido, mal aplicado, não ensinado (Mateus 5:1-11).

1 Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos;
2 e ele passou a ensiná-los, dizendo:
3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
5 Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.

É possível entrar no texto, navegar pelo contexto e tirarmos princípios bíblicos ensinados pelo próprio Jesus que vão além de uma ética moral e social? Conseguimos transpassar a indiferença das letras transformando adjetivos e advérbios em verdades concretas para a nossa vida?

Quanto ao contexto algumas coisas precisam ser entendidas:

  • Jesus falava a judeus momentos após a inauguração de seu ministério público depois de passar por vários lugares: Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia – Mt 4:23-25.
  • O ministério de Jesus no início teve foco público no povo de Israel. Logo a audiência do Sermão era predominantemente judaica.
  • A mensagem nessa fase era muito parecida com a de João Batista (embora alguns moderninhos não gostem disso): “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt 4:17). Israel tinha sido até ali infiel e insubordinada e precisava mudar sua atitude perante Deus (Mt. 5:12).

Jesus não estava falando a uma audiência evangélica no monte. Evangélicos não existiam no século I d.C. Transferir esses princípios e transformá-los em Teologia Social ou “ética do relacionamento” lendo o sermão com a mente do evangélico do século XX ignora os princípios básicos de Hermenêutica. Achata e diminui a o ensino de Jesus.

A mensagem de Jesus tinha endereço certo: judeus da Palestina (a multidão que o seguia) e sobretudo os fariseus e escribas da lei. Não somente estes mas também àqueles que os ouviam e seguiam.

Então o sermão do monte não serve ao cristão do século XXI? Se os destinatários são judeus e cidadãos do Reino vindouro então não precisamos nos preocupar com as bem-aventuranças?

Errado de novo! Cito ao menos três motivos (embora existam inúmeros outros):

1. Os cristãos assim como os judeus (ambos beneficiados pela Aliança Abraâmica de Gênesis 15) são os cidadãos do Reino de Deus da era da Igreja (ou pós João Batista). Logo, os princípios enunciados se aplicam a nós cidadãos do Reino (Dn 11:4;  Dn 7:18; Dn 2:44; Mt 21:43;Mc 1:15;At 14:22; Hb 12:28) embora o Reino ainda não seja visível (Jo 18:36;  Lc 17:20-21; At 1:6-7)

2. Há um tipo de gente (I Co 6:9; G5 :21; Ef 5:5) que não fará parte do Reino de Deus. Pessoas que decidiram não se submeter ao Senhorio de Jesus Cristo. Logo, o sermão do monte e as bem-aventuranças não se aplicam de forma alguma a estes.

3. Toda Escritura é util para o ensino, instrução e repreensão (II Tm 3:16). Logo, nada na Bíblia está apenas para cumprir tabela. Muito menos o maior sermão público registrado nas palavras do próprio Senhor Jesus.

Precisamos ser esse tipo de gente para qual fomos chamados.  Chamados para obras da luz, andando no Espírito, glorificando o Pai.  São os humildes de espírito que olham para Deus de baixo para cima em reverência chamando-o por ‘Aba’. Rebeldes e autônomos de Deus não tem lugar na morada do Pai, apenas os mansos que cooperam com Ele. Devemos caminhar assim espalhando misericórdia e paz por aí. Limpos de coração sem malícia ou dolo.

E nesse ponto a ética social é manca e insuficiente. Porque os bem-aventurados são um tipo de gente que atraem para si perseguição, agruras e choro. Num mundo cruel ter sede de justiça custará muito caro.  Ser bem-aventurado parecerá uma desgraça. Uma inspiração e motivação na ética-social ou em qualquer motivação humana é tão perecível quanto qualquer coisa terrena. A esperança no homem ou na sua obra será corroída pelas traças. Então, desesperados mandaríamos a ética, o bem-social e tudo mais às favas.

Nesse momento precisamos saber que seremos consolados como filhos de Deus. Precisamos ter os olhos fitos no Rei que retornará instalando finalmente o Reino em sua plenitude e a perfeita Justiça manifesta de uma vez por todas. Finalmente entenderemos que o trabalho não é nosso mas do Senhor.

E testemunharemos o que o apóstolo Pedro escreveu:

“Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis.”


Feliz dia da árvore

21 - setembro, 2009

Um vídeo homenagem às árvores…

As árvores somos nozes!


O espírito do nojo

12 - setembro, 2009

Tentei assistir com um ano de atraso o filme Zeitgeist. Vá no Google Videos e procure por ele. Será fácil achar uma versão com legendas em português.

Zeitgeist é o termo alemão para “espírito da época”. Como eu me recuso a estudar e explicar Filosofia e Sociologia por ser pura perda de tempo veja aqui uma explicação esdrúxula e mais que suficiente no Wikipedia.

Zeitgeist é o que a igreja emergente tem usado como mote para mudar os seus procedimentos e jogar a hermenêutica bíblica e a suficiência das escrituras no lixo. Eles advogam por uma nova igreja livre das instituições, da religião e de qualquer amarra filosófica.

De forma contraditória querem também se alimentar de “filosofia e ciência” de nossa era como nesse post emergente:

Mudemos nossa mensagem:

“ Esta geração merece receber os melhores e mais sublimes pensamentos de nossos tempos quanto aos temas grandiosos da vida religiosa, filosófica e científica” .

Bom, provavelmente você se pergunta qual a relação de todo esse imbróglio com o filme Zeitgeist. Pois bem, o argumento do filme é basicamente refutar a fé cristã e a existência de Jesus Cristo aqui na Terra. Mais que isso, eles atribuem ao Cristianismo todo o mal da humanidade (inclusive a recente guerra contra o terrorismo e o 11 de setembro).

Se você gosta de ver o nome de Deus sendo jogado na latrina através de pseudo-ciência, pesquisa baseada em astrologia (com letra minúscula mesmo) e diversos fatos históricos deturpados, esse filme é para você. Não sei como cristãos conseguiriam recomendar e gostar desse filme…

Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Corromperam-se e cometeram abominável iniqüidade; não há quem faça o bem. (Salmo 53:1)

Eu fiquei com nojo e parei no meio do filme. Conseguia ouvir Romanos 1 e o Salmo 53 ecoando na minha mente com profunda indignação e tristeza.

Mais triste ainda é que existem cristãos (?!) batendo palma pra essa gente, ou ainda pior, tentando responder alguma coisa a essas pessoas quando eles não precisam de respostas (Mateus 21:27) mas de misericórdia de Deus e arrependimento de seus pecados. Zeitgeist (o pensamento mais que o filme) é um mal que invade as igrejas descoladas de São Paulo, sejam batistas modernosos, assembleianos, betesdenses, americanos recalcados, gente de toda tribo, língua e denominação!