Jorge Rehder

13 - novembro, 2009

Faleceu Jorge Rehder, no dia 8 de novembro:

rehder_charge

http://www.jorgerehder.com.br/

Rehder lutava há tempos contra o câncer.  Está melhor agora junto a Cristo.

Tristeza para os que ficam, família, amigos e admiradores de sua arte. Luto pela música brasileira que perde um dos poucos que ainda tinham compromisso com a Missão e Causa do Mestre.

Anúncios

A magrela e o aquecimento global

13 - novembro, 2009

Nos últimos tempos, o aquecimento global foi o Gulag que aterrorizou os inimigos do ambientalismo. Ou andávamos de bicicleta, ou o planeta acabaria. O planeta que se dane, foi o que eu sempre pensei. Eu estava certo. O aquecimento global nem existe. O pico do calor foi em 1998. De lá para cá, a Terra está esfriando. E deve permanecer assim por mais duas décadas. O que importa, para quem pedala socraticamente, é o tempo que está fazendo agora. Sol? Dá para pegar os meninos na escola de bicicleta. Chuva? Eles que se danem (Trecho da coluna de Mainardi).

Desconfio desses eco-chatos que dizem que o mundo vai acabar senão desligarmos imediatamente os motores dos carros, pararmos de puxar a descarga e utilizarmos papel higiênico macio.

Gosto de andar de bicicleta. O vento na cara, o esforço para se colocar em andamento, o desafio de subir a colina. Fica melhor ainda em agradável companhia.

Estou começando a odiar a bike por causa desses eco-chatos. São um pé no aro. Andar de bicicleta virou símbolo de rebeldia e apologia ao ecologismo imbecil. Pedalar a magrela para essa gente é uma ode à perfeita vida longe dos motores a combustão.  Um canto de exorcismo contra o demônio chamado aquecimento global.

O Diogo Mainardi escreveu um texto muito bom:

http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/o-planeta-que-se-dane/

Não costumo concordar com o Diogo, mas ele disse tudo que penso a respeito das magrelas e desse mito* chamado aquecimento global.

* Para os descolados revoltados pelo meu ceticismo em relação ao aquecimento global. Ninguém é imbecil (não de forma sincera) a ponto  de ser contra a emissão de menos poluentes. Contudo, não vi até agora conclusões científicas definitivas que relacionem as emissões de dióxido de carbono com o aquecimento do planeta.  É sequer uma teoria, talvez uma tese com algumas evidências plausíveis. Embora exista uma possibilidade de ser uma tese verossímil, não acho que fazer xixi no banho, pintar as lajes de branco e jogar cerveja gelada no mar resolverá os males ambientais.


O reino, o sal e a luz – de que lado você está?

8 - novembro, 2009

Sal pimenta bailarinos

Por que logo depois que Jesus expôs as bem-aventuranças ele falou que deveríamos ser sal e luz do mundo para que nossas boas obras aparecessem e o Pai fosse glorificado?

Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte;
nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.
Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. (Mateus 5:13-15)

Exige-se daqueles que querem pertencer ao Reino de Deus critérios mínimos aos quais chamamos de bem-aventuranças.  As bem-aventuranças não são um tratado ético ou uma utopia de estilo de vida porque essas coisas são um fim em si mesmo e não visam glorificar a Deus.

As bem-aventuranças são a expectativa que o Rei Jesus tem do seus súditos. Uma descrição apropriada do cidadão do reino que é subordinado ao Senhorio de Deus. O que Israel deveria ter sido durante a sua história e a hipocrisia do seu coração não deixou (Isaias 29:12)

E quanto a nós? O quanto o nosso coração está perto de Deus?

O apóstolo Pedro nos disse algo a respeito dos cristãos, ou seja, daqueles que crêem em Cristo e se submetem ao seu senhorio por meio da sua palavra:

Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos.
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;
vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia (I Pedro 2:7-12).

Nós cristãos também fomos chamados ao Reino para ser luz e glorificar a Deus. Ninguém consegue ser neutro ou indiferente  em relação a Deus e sua palavra. Você pode obedecê-la ou ignorá-la e tropeçar. Ser sal e luz,ou um inútil para ser “pisado pelos homens”.

Os bem-aventurados devem ser sal e luz do mundo. Não são neutros e insípidos. Não ficam na penumbra da história se escondendo do seu chamado. Pessoas que pertencem genuinamente ao Reino não podem (ou conseguem?) se esconder. São luz no meio do breu que iluminam as trevas. Gente que é sal da terra e não perde o sabor porque obedece ao Rei esperando o seu consolo e justiça.

Insosso ou salgado. Sombras ou luz? De que lado você está?


Havana portenho: café, bolacha ou biscoito?

4 - novembro, 2009

Ai vai mais uma internacional para o blog:

arg_efs2

O café Havana (Argentina) é incrível, e o melhor, as bolachinhas são feitas com chocolate Havana. J

A rede foi vendida para uma multinacional, e por isso, temos as lojas também no Brasil.

Esta venda fez com que a rede aumentasse sua atuação no mundo, porém, a qualidade artesanal do chocolate sumiu.


Ausente por enquanto

4 - novembro, 2009

Enquanto ocupado com a recém-paternidade, aproveitem esse interessante post analisando as ladainhas de Rob Bell.

http://paoevinho.wordpress.com/2009/07/30/o-evangelho-diludo-de-rob-bell/

A forma pode parece interessante mas o conteúdo é anti-bíblico. No popular: “bonitinho porém ordinário”.

Em uma igreja “batista” grande da Zona Norte/Oeste de São Paulo (que não vou dizer o nome) Rob Bell e o seu “Velvet Elvis” é livro de cabeceira da liderança.

Quanta farofa!