A magrela e o aquecimento global

Nos últimos tempos, o aquecimento global foi o Gulag que aterrorizou os inimigos do ambientalismo. Ou andávamos de bicicleta, ou o planeta acabaria. O planeta que se dane, foi o que eu sempre pensei. Eu estava certo. O aquecimento global nem existe. O pico do calor foi em 1998. De lá para cá, a Terra está esfriando. E deve permanecer assim por mais duas décadas. O que importa, para quem pedala socraticamente, é o tempo que está fazendo agora. Sol? Dá para pegar os meninos na escola de bicicleta. Chuva? Eles que se danem (Trecho da coluna de Mainardi).

Desconfio desses eco-chatos que dizem que o mundo vai acabar senão desligarmos imediatamente os motores dos carros, pararmos de puxar a descarga e utilizarmos papel higiênico macio.

Gosto de andar de bicicleta. O vento na cara, o esforço para se colocar em andamento, o desafio de subir a colina. Fica melhor ainda em agradável companhia.

Estou começando a odiar a bike por causa desses eco-chatos. São um pé no aro. Andar de bicicleta virou símbolo de rebeldia e apologia ao ecologismo imbecil. Pedalar a magrela para essa gente é uma ode à perfeita vida longe dos motores a combustão.  Um canto de exorcismo contra o demônio chamado aquecimento global.

O Diogo Mainardi escreveu um texto muito bom:

http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/o-planeta-que-se-dane/

Não costumo concordar com o Diogo, mas ele disse tudo que penso a respeito das magrelas e desse mito* chamado aquecimento global.

* Para os descolados revoltados pelo meu ceticismo em relação ao aquecimento global. Ninguém é imbecil (não de forma sincera) a ponto  de ser contra a emissão de menos poluentes. Contudo, não vi até agora conclusões científicas definitivas que relacionem as emissões de dióxido de carbono com o aquecimento do planeta.  É sequer uma teoria, talvez uma tese com algumas evidências plausíveis. Embora exista uma possibilidade de ser uma tese verossímil, não acho que fazer xixi no banho, pintar as lajes de branco e jogar cerveja gelada no mar resolverá os males ambientais.

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One Response to A magrela e o aquecimento global

  1. […] já sabia! Era só somar dois e dois e ter um pouco de senso crítico e […]

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