Porque acredito na igreja (Efésios responde)

“a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo (Efésios 1:12)”

Já manifestei diversas críticas a como algumas decisões e atos ocorrem na igreja. Sem dúvida algumas vezes o Corpo de Cristo é mal tratado isso quando não é vilipendiado, saqueado e usurpado.

Esses tristes fatos não me dão o direito de questionar a igreja ou desqualificá-la como agente de Deus nesse mundo.

“A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo e manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas, para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais, segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor, pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nele (Efésios 3:8).”

O mistério de Deus chamado Igreja é o único agente de Deus que pode trazer sua sabedoria ao mundo. Eliminá-la dos planos de Deus é riscar a sua sabedoria do mapa.

Pessoas cansadas e maltratadas no ambiente da igreja tem a apedrejado. Pastores da moda descolados ou não do alto de seus púlpitos gritam aos quatro cantos que a igreja deve renascer sobre um novo paradigma. Sob uma nova égide de total inclusão e permissividade os líderes emergentes prometem um renovo (não do Senhor) que permite uma nova organização dos seguidores de Jesus.

Esse não parece ser o paradigma de Efésios:

“Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito. (Efésios 2:19-22)”

Se “estrangeiro”, “santuário” e “peregrino” indicam uma clara separação entre alguns e outros gostaria de entender porque a necessidade de tanta afirmação de inclusividade total. Crescer sobre uma base (Cristo) e ajustando-se a uma estrutura (edificar) não parecem relatar a idéia de “igreja mínima”, do liberou geral!

Engraçado que os pastores emergentes tupiniquins são esquerditas e estatizantes na sua política mas neoliberais-privatizantes na sua Eclesiologia. Esse infelizmente é o espírito da época que precisa abraçar e ser aceito por tudo e todos.  É assim que pensa essa gente do “contra tudo que está aí” jogando o ensino dos apóstolos do Novo Testamento no lixo. Ouvi esses dias pastor batista famoso dizendo que não gosta de igreja nem de crente.

Felizmente Deus através das Escrituras manifesta-se de forma oposta. Devemos ser gratos e honrados por ter sido escolhidos pelo Pai para fazer parte de sua eleição. É dentro e não fora da igreja que seremos transformados em justiça e santidade. Será no fundamento dos apóstolos que a igreja cumprirá a sua real e única vocação: glorificar o Pai.

Sendo assim, temos duas opções dadas por Efésios 4:

A primeira:

“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.”
Ou a segunda:
“Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos”
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