A última ceia (dose)

29 - novembro, 2010

“A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer.”

O versículo fala de pessoas que ouviram o Evangelho e não corresponderam da forma que Jesus espera.

Porém quero aproveitar o versículo com algo que não está relacionado ao texto. Um assunto muito triste!

Nós amigos do café na meia-noite não nos reuniremos mais para tomar café. Culpa da vida que nos leva a caminhos e plantações diferentes.

A última dose ocorreu há semanas e desde lá a roda de café e o blog se calaram! Continuaremos a tomar café pelas encruzilhadas da vida e de vez em sempre, quem sabe, nos juntaremos para degustar junto a bebida arábica.

Sem Teologia ou discussões pertinentes. Apenas espresso, saudade e um suspiro do sabor doce-amargo-frutado que jamais esqueceremos.


Café na Dumas – Segafredo

9 - outubro, 2010

O bairro da Chácara Santo Antônio é conhecido por ter vários prédios de escritórios assim como a Berrini e a região da Av. Faria Lima.

E as opções de espresso são aceitáveis?

Comecei por uma loja de revistas que serve o Segafredo Zanetti (importante distribuidora de café da Itália) perto do edifício Terraço Paulistano na altura do 1900 da Rua Alexandre Dumas.


Um café justo! A xícara não estava tão quente quanto poderia. Acidez e travo satisfatórios com um sabor levemente encorpado.

Uma opção melhor que o espresso da Casa de Pão Queijo no Carrefour.


Para salvar a sua segunda, vote no Suplicy

5 - julho, 2010

Não estou falando da ministra do “relaxa” nem do senador boa praça. Falemos novamente desse espresso fantástico, tão saboroso quanto caro (R$ 4,90 pelo duplo no Shopping Iguatemi).

Xícara vazia e sabor marcante. Nada é demais no Suplicy. Cheiro e gosto de café torrado? Com certeza. Acidez? Na medida. Frutoso? O suficiente para lembrar que se trata de café dos bons.

Perfeito para salvar uma segunda cinzenta, modorrenta e sem jogos da Copa do Mundo.


Fran’s: café de quinta?

21 - abril, 2010

Senão sabem qual é a minha opinião sobre o Fran’s 24h direi agora: uma franquia bem meia-boca que serve um espresso de blend próprio de qualidade com atendimento sofrível. O resultado será um café mal servido e tirado numa xícara gelada. Se você conseguir ser atendido em menos de 10 minutos entrará para o livro dos recordes.

Foi assim nas lojas da Av. Sumaré, na Al. dos Arapanés e na Praça Benedito Calixto.

Para deixar claro não freqüento o Fran’s da Haddock Lobo!

A exceção à regra é o Frans da Avenida Faria Lima perto do Largo de Pinheiros.

O atendimento senão é cortês ao menos é eficiente. A xícara não vem quente na temperatura ideal mas o espresso é bem tirado sendo possível aproveitar a qualidade do blend próprio. O local é bem agradável nada lembrando as cadeiras de metal desconfortáveis e as mesas abarrotadas da unidade na Av. Sumaré.

Ótimo lugar para encerrar o almoço de quinta-feira pós-feriado.


Preguiça de espresso? Nespresso!

2 - abril, 2010

Para um feriado preguiçoso, vá tomar Nespresso.

Na cafeteria do Rascal sempre tem uma máquina dessas. O preço é tabelado: extorsivos R$ 4,50.

Não tem erro. Não precisa de barista. É enfiar a cápsula na máquina e apertar o botão: café excelente. Quanto aos sabores o espresso leggero é o que mais aprecio: levemente adocicado, muito encorpado sem qualquer acidez ou sabor torrado. Se você tem outras preferências existe um universo de opções.

Confira se a xícara vem quente e limpa ao menos.


Em Campos o café da Myriam

30 - março, 2010

Fui no Myriam Café em Campos do Jordão.

O Mané tirou foto do cardápio mas não do preço. Acho que foi uns 3 reais.

O café é distribuído pela Rozendo empresa da aprazível Pindamonhangaba terra do Geraldo Alckmin Picolé de Chuchu.

O espresso não tem gosto de chuchu. Pelo contrário! Bem tirado e atendimento bacana. Quanto ao gosto, é forte tendendo para o torrado/doce (isso existe)?


Café rápido depois do almoço

15 - março, 2010

Na simpática praça Benedito Calixto no bairro de Pinheiros em São Paulo. Nada como um cafezinho depois de se empanturrar de comida mineira.

Preço: R$ 2,50. Justo! Ao contrário dos badulaques que vendem no local a preços que fariam o leite espumante pular do machiatto.

Café Treviolo com a máquina da mesma marca. Um trambolhão mas o café é bom. Tem um gosto de torrado forte mas nada que trave nas 4 rodas.